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Análise: Far Cry 3 Blood Dragon, o melhor game de 2012 agora em clima retrô.

O jogo Far Cry 3 foi considerado o melhor jogo de 2012, mas ainda não acabou, Far Cry  3: Blood Dragon chega com uma mistura de clima futurista e humor sárcastico.




Para quem não esteve acompanhando Far Cry 3: Blood Dragon desde o seu anúncio, saiba que a última coisa que você irá encontrar no game é: seriedade. Enquanto Far Cry 3 apresentava um enredo que não era dos mais convincentes, mas ajudava a criar um clima de tensão e pressão principalmente pela atuação de Jason e do vilão Vaas , mas Blood Dragon aposta em exageros, nostalgia e muito humor.



Desde o início do game, o jogador é levado a um clima retrô de anos 80, quando os videogames traziam músicas digitais e animações pixeladas quadro a quadro. Dessa forma, boa parte da história do game será contada em quadros poligonais que lembrará a boa época da geração 8 bits.

A partir desse clima retrô, temos um enredo repleto de exageros. Ambientado em um futuro apocalíptico onde o mundo foi dominado por soldados humanoides, você controla Rex. O cyber-soldado que deve se infiltrar em uma ilha e investigar os planos de terroristas que planejam bombardear o que sobrou do planeta. Lá ele descobre que seu antigo coronel, Sloan, enlouqueceu e está por trás de tudo.

O game usa uma boa dose de sarcasmo durante toda a campanha. Seja nos diálogos repletos de palavrões, nas cenas exageradas do personagem, ou até mesmo na ambientação que traz animais cibernéticos coloridos, entre outras bizarrices, é claro o objetivo é de utilizar a saturação destes elementos como ferramenta cômica.


Jogabilidade

A jogabilidade praticamente toda é baseada em Far Cry 3, com todos os comandos e movimentos idênticos aos do outro game. Sendo assim, manejar algumas armas, como o arco e flecha, fica mais fácil para quem já jogou e teve experiência com o outro título. O sistema de mira também não sofreu muitas alterações. É possível ter uma precisão semi-automática, o que facilita na hora de eliminar inimigos a uma longa distância. Entretanto, para aqueles que preferem usar a mira manual, há como configurar e utilizar os recursos no menu de opções.A movimentação também mantém os elementos do jogo de sempre, porem, Rex já possui algumas habilidades que Jason aprende apenas evoluindo no game, como por exemplo, não sofrer dano ao cair de uma altura considerável.

 Gráficos


Totalmente diferente do Far Cry 3 que possui clima paradisíaco, Blood Dragons possui um gráfico colorido e nostálgico e cheio de contraste, o jogo remete a uma ambientação futurista repleta de contrastes luminosos em meio a muita escuridão, o que acabou deixando o jogo com um visual diferente do que os games atuais. Sendo assim, em diversos momentos o jogador chega a se confundir com o cenário ao seu redor, seja pela escuridão predominante, ou pelo visual que confunde paredes, pedras e outras construções. Pelo lado bom se torna um game ótimo para aqueles que sempre tiveram interesse em jogar alguns clássicos da era 8 bits totalmente reformulados e adaptados aos consoles da geração atual.

Análise Final

Apesar de um visual um tanto confuso, o game traz uma jogabilidade agradável e um enredo exagerado porem divertidíssimo, ótimo para que gosta de uma combinação de ação e humor. A parte ruim é que, devido a algumas limitações, o jogo é considerado curto e acaba deixando uma vontade de quero mais ao fim do game.



Fonte: TechTudo

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